Parece que o brasileiro não
escapa: a cada dia surge uma nova taxa, uma nova mordida no nosso bolso. O mais
recente alvo da vez? As compras online, com uma proposta de taxar itens de até
R$ 50.
Mas a bronca não é só com a
forma, é com a injustiça. Enquanto o povo se espreme para pagar as contas, os
ricos continuam a usufruir de privilégios e isenções fiscais.
É como se a elite tivesse um
passe livre para fugir do peso dos impostos, enquanto a gente é obrigado a
pagar por tudo, desde o leite do café da manhã até a roupa que vestimos.
A situação fica ainda mais grave
quando vemos o dinheiro público sendo desperdiçado com gastos supérfluos.
Camarão e canapé nas festas do governo, viagens de luxo para políticos e
salários exorbitantes para funcionários públicos de alto escalão.
Cadê o dinheiro para a saúde,
para a educação, para investir em infraestrutura?
A falsa solução da vez? Taxar
plataformas de streaming, como Netflix e YouTube. Uma medida que vai engrossar
ainda mais a conta do consumidor, que já está cansado de pagar por tudo.
É preciso abrir os olhos para
essa guerra fiscal desleal. Não é a gente que precisa pagar mais impostos, é
preciso reorganizar o sistema tributário e fazer com que os ricos também
contribuam de forma justa.
A reforma tributária que o Brasil
tanto precisa não pode ser uma desculpa para tirar ainda mais dinheiro do bolso
do povo. É preciso que os políticos se comprometam com uma mudança real, que
redistribua a riqueza e que não deixe a gente afundado em uma crise de
desespero.
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